Divina Mãe põe fosso véu De luz calma e serena sobre Vossos filhos que busca te seguir Que no caminho da senda Nos leve pela mão e nos ampare Ó Divina Mãe E quando cairmos por vacilação Erga-nos dos abismos que o mundo oculta. Ó Divina Mãe Peço – vós de todo meu coração Que me concedas luz, paz e amor E que tua Divina presença Siga-me aonde for.
Mas sangue é derramado Em nome do deus metálico Do deus dinheiro Um exercito, de motosserra. Avançam com seus algozes e serviçais Da morte. Lobistas vestidos de ternos engomados Desfilam como cães ferozes na câmara Dos deputados. E sangue é derramado! No silencio da mata ouvi-se Um eco não de ecologia São de disparos arma de fogo Que matou um casal Que ousavam sonhar ...
Um céu azul alado Voa em um tapete florido Onde estrelas trans-marinas Sorriem, como, uma ode. Que um menestrel leva No bojo de sua viola. Enquanto isso, o som de uma. Flauta Andina corta a imensidão Como um anjo altaneiro.
A porta esta entre aberta Um aroma de campo adentra Como uma cantiga Um jarro contendo água É uma fonte suspensa que Esta sobre a mesa. Enquanto isso, o sol dança No ritmo de uma citara tocada Por um Deva.
Horizontes são estradas Que tem mas, de mil caminhos Basta você procurar seu caminho & segui-lo, com, o coração como bússola. & um sorriso no rosto como escudo.
A rosa dos ventos Que uma anciã carrega nos cabelos Prateados, como a lua. Que alva olha a terra E sorri com uma corola de luz mansa. Que desce para flori a madrugada. Serena dorme como um matuto.
Pólen que dança no ar A sua dança sagrada Germinativa e ritualística A janela do tempo Entre aberta contempla A imensidão de um jardim suspenso O eterno Agora sorri como uma criança. Recém nascida. Uma fonte de água límpida que brota, Como um coração pulsante, dá vida em abundancia. Como uma cantiga tocada por um Deva.